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Governador responde ainda hoje para vereadores sobre o fechamento da UPA de Divinópolis

por Diretoria de Comunicação — publicado 04/10/2017 15h50, última modificação 05/12/2017 13h56
Governador responde ainda hoje para vereadores sobre o fechamento da UPA de Divinópolis

Comitiva de Vereadores Cidade Administrativa

Dez Vereadores da Câmara Municipal de Divinópolis, estão em comitiva na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, aguardando para se reunir com o secretariado do Governador Fernando Pimentel para definir a respeito dos repasses necessários na ordem de R$ 10 milhões para pagar os débitos existentes com a UPA Padre Roberto no município. 

A comitiva encabeçada pela Vereadora Janete Aparecida e pelo Vereador-Presidente da Comissão de Saúde Renato Ferreira, contou com o apoio dos colegas de parlamento Eduardo Print Jr, Sargento Elton, Edson Sousa, Zé Luiz da Farmácia, Raimundo Nonato, Ademir Silva, Nêgo do Buriti e Cleitinho Azevedo.

De acordo com o Assessor da Subsecretaria de Assuntos Municipais da Segov, Carlos Costa, que recebeu os vereadores logo pela manhã, a solicitação dos parlamentares será repassada para o Governador Fernando Pimentel, e até às 18 horas de hoje o Vereador-Presidente da Comissão de Saúde da Câmara, Renato Ferreira, receberá uma resposta sobre o problema.

Durante a Reunião Ordinária realizada na terça-feira (03), Renato Ferreira apresentou relatório que aponta para uma possível intervenção ética que pode resultar na interrupção das atividades da unidade de saúde se o Município não receber até a próxima sexta-feira (06), R$ 10 milhões de um montante de R$ 40 milhões que o Estado deve para Divinópolis.

De acordo com as informações, por causa do atraso nos repasses, o município não tem conseguido arcar com seus compromissos com a Santa Casa de Formiga, gestora da unidade de saúde e hoje salários de médicos e outros profissionais encontram-se atrasados há quase três meses. A situação ainda conta com o agravante de os materiais de trabalho da UPA estarem acabando e não existirem recursos para repor os estoques. Segundo as denúncias recebidas pelos vereadores, estariam faltando insumos básicos como álcool gel, algodão, gaze e outros.

Texto: Sílvio França